Templo centenário, referenciado em documentação diversa. Nos séculos XVII e XVIII surge alternadamente como sendo de Santo António e de Santo Amaro. A referência mais frequente é a de Capela de Santo Amaro. Com efeito, provavelmente ali estariam as imagens de ambos os santos.
Podemos ver sobre o frontispício a cruz latina; no lado esquerdo, o arco sineiro; a data de 1777 (talvez uma data referente a uma reabilitação importante) e, na verga da porta, uma referência escrita: “esta capela foi feita por conta dos povos deste lugar”.
Além dos atos litúrgicos, ali se realizaram ao longo da história diversos outros eventos, designadamente no contexto de inquirições eclesiásticas.
A Capela de Santo Amaro funcionou, conforme referiu o Dr. Costa Simões na sua obra Topografia Médica das Cinco Vilas e Arega, como escola de instrução primária para crianças do Avelar e Aguda no século XIX. Posteriormente, retomou a função de pequena capela. Anualmente, é tradição antiga a realização de festa popular.
Encontra-se junto à Quinta de Santo Amaro, com a qual confronta a sul e a poente. Dessa quinta foi proprietário o Padre Francisco Lopes do Rego (1833–1895).
Fontes / Bibliografia